
Paris não deixa de me surpreender! Seja pelas seus monumentos excepcionais, pelas suas avenidas largas e imponentes, pela sua cultura única e pelo bom aproveitamento turistico que fazem dela, seja pelos TAXISTAS, vulgo FOGAREIROS que a servem!!!
Toda a gente sabe que Paris e os seus arredores são imensos, e ninguém no bom uso da sua sanidade mental ousaria dizer que conhece todas as direcções e estradas de cor, sem recurso a mapas ou GPS. Porra, não é o mesmo que conhecer bem o centro de Vilela Seca e seus arredores até ao polo de logística, digo eu... e mesmo aí, com as alterações que se avizinham, já nem todos se conseguem orientar facilmente...
Se já no dia que cheguei as coisas se tornaram complicadas para chegar a bom porto (quero dizer, ao tal hotel no meio de nenhures...pois demorei ainda mais de meia hora a tentar chegar ao dito, com paragens em vários sitios para o taxista perguntar direcções...) esta situação agudizou-se na 5ªf passada, quando já farto de não sair do hotel, decidi ir a Paris jantar e passar um bocado da noite.
Toda a gente sabe que Paris e os seus arredores são imensos, e ninguém no bom uso da sua sanidade mental ousaria dizer que conhece todas as direcções e estradas de cor, sem recurso a mapas ou GPS. Porra, não é o mesmo que conhecer bem o centro de Vilela Seca e seus arredores até ao polo de logística, digo eu... e mesmo aí, com as alterações que se avizinham, já nem todos se conseguem orientar facilmente...
Se já no dia que cheguei as coisas se tornaram complicadas para chegar a bom porto (quero dizer, ao tal hotel no meio de nenhures...pois demorei ainda mais de meia hora a tentar chegar ao dito, com paragens em vários sitios para o taxista perguntar direcções...) esta situação agudizou-se na 5ªf passada, quando já farto de não sair do hotel, decidi ir a Paris jantar e passar um bocado da noite.
Seria mais ou menos 1 da matina, quando já cansado de passear junto às margens do sena, decidi voltar à Amadora lá do sitio, para repousar no meu distinto hotel. Tudo parecia normal, apanhei um taxi e lá disse: "Para o Novotel de St Quentin. se faz favor!"... logo ali deveria ter previsto problemas, quando a resposta foi... "O Sr. conhece o caminho para o hotel?... não, respondi... Ok, pas de probleme, chegamos à dita terra e facilmente lá iremos ter", disse ele... uhmmm, depois do que já tinha passado no dia da chegada, fique ligeiramente preocupado, mas a confiança e desenvoltura com que o dito taxista me respondeu parecia revelar que nada de anormal iria acontecer (pensava eu...).
Pois basicamente o que aconteceu, foi que uma hora e meia depois encontrava-me perdido no meio do campo, onde nem as vacas pastavam (tb às 2.30 da manha, seria dificil) e onde nem viv’álma aparecia na rua para nos poder indicar um caminho (tal o afastados que estávamos de qualquer centro populacional)…como é óbvio, passamos por vários sitios antes, onde se o Sr. Fogareiro poderia ter parado para perguntar, mas como um francês sabe sempre tudo e não precisa de ninguém (nem mesmo da própria sombra) foi sempre dizendo que estávamos perto…mas perto do quê camandro???…se tu não fazes puto ideia de onde fica o Hotel!!!!! A cada frase de “não se inquiete pas, porque já estamos a chegar” era mais um km adensado no meio da pradaria…”Se bem se recorda”, dizia-lhe eu… “o tal hotel fica perto do technocentre da Renault, uma zona industrial, com prédios e coisas parecidas…como o Sr. bem pode ver, estamos precisamente numa zona totalmente oposta, de verdes campos e quintas praseirentas… não lhe parece, que porventura, só porventura (não fosse eu ferir as suas francesas susceptibilidades) estamos um pouco perdidos!?! “non, non…estamos perto…ainda agora vi ali um sinal a indicar o caminho”… os tomates, é que deves ter visto..a não ser alguma placa a dizer fim do mundo ao virar da esquina…
Enfim…o que vale é que os Deuses devem estar comigo pois, no meio de nenhures, lá apareceu um velho renault 5 com 2 amigos (sim passaram a ser grandes amigos) do mágrebe (pois se fossem franceses não tinham parado sequer) que de tão longe que estávamos do tal hotel (impagável a cara dos ditos quando o Sr. Fogareiro perguntou: “O Novotel de St Quentin fica por estes lados, verdade?” ..Quoi Monsieur?!?, “uh la la (pois…tinha que vir…) isso fica precisamente para o lado inverso de onde vêem…) simpaticamente se ofereceram para nos guiar de regresso ao bom caminho…
2 horas volvidas, 80 € pagos (já com desconto pela "pequena enganadela no caminho" e mais 10 € que o taxista deu aos Magrebis para irem beber uma cerveja) cheguei aos meus aposentos (que desta feita tinham luz...também só me faltava, né?!?) uma vez mais enebriado pelos franceses e a sua supremacia intelectual....
Pois basicamente o que aconteceu, foi que uma hora e meia depois encontrava-me perdido no meio do campo, onde nem as vacas pastavam (tb às 2.30 da manha, seria dificil) e onde nem viv’álma aparecia na rua para nos poder indicar um caminho (tal o afastados que estávamos de qualquer centro populacional)…como é óbvio, passamos por vários sitios antes, onde se o Sr. Fogareiro poderia ter parado para perguntar, mas como um francês sabe sempre tudo e não precisa de ninguém (nem mesmo da própria sombra) foi sempre dizendo que estávamos perto…mas perto do quê camandro???…se tu não fazes puto ideia de onde fica o Hotel!!!!! A cada frase de “não se inquiete pas, porque já estamos a chegar” era mais um km adensado no meio da pradaria…”Se bem se recorda”, dizia-lhe eu… “o tal hotel fica perto do technocentre da Renault, uma zona industrial, com prédios e coisas parecidas…como o Sr. bem pode ver, estamos precisamente numa zona totalmente oposta, de verdes campos e quintas praseirentas… não lhe parece, que porventura, só porventura (não fosse eu ferir as suas francesas susceptibilidades) estamos um pouco perdidos!?! “non, non…estamos perto…ainda agora vi ali um sinal a indicar o caminho”… os tomates, é que deves ter visto..a não ser alguma placa a dizer fim do mundo ao virar da esquina…
Enfim…o que vale é que os Deuses devem estar comigo pois, no meio de nenhures, lá apareceu um velho renault 5 com 2 amigos (sim passaram a ser grandes amigos) do mágrebe (pois se fossem franceses não tinham parado sequer) que de tão longe que estávamos do tal hotel (impagável a cara dos ditos quando o Sr. Fogareiro perguntou: “O Novotel de St Quentin fica por estes lados, verdade?” ..Quoi Monsieur?!?, “uh la la (pois…tinha que vir…) isso fica precisamente para o lado inverso de onde vêem…) simpaticamente se ofereceram para nos guiar de regresso ao bom caminho…
2 horas volvidas, 80 € pagos (já com desconto pela "pequena enganadela no caminho" e mais 10 € que o taxista deu aos Magrebis para irem beber uma cerveja) cheguei aos meus aposentos (que desta feita tinham luz...também só me faltava, né?!?) uma vez mais enebriado pelos franceses e a sua supremacia intelectual....
França é linda, Paris um dos seus corolários...mas se tirassem do país os franceses, seria certamemte um sitio bem melhor..., mas é que bem melhor...xiça!!!
PS 1 - Em nota final, dizer que o 1º taxista que me levou para o hotel desde o aeroporto era Português...daí que pela arte do desenrasca lá chegamos ao hotel sem 1/10 dos precalços... não é assim tão dificil..basta admitir que não se sabe...
PS 2 - Bosta de hotel, que ninguém conhecia / sabia ir lá ter... foram 2 as vezes que eu lá fiquei... a 1ª e a última...certinho!!!! ;)
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