Buenas,
Sei que não tenho cumprido a minha promessa de escrever para aqui qualquer coisa semanalmente, mas de facto tenho tido pouco tempo / inspiração / vontade nestes últimos tempos. No entanto a vida continua, vai-se recompondo lentamente e o espirito começa a iluminar-se (ainda que tenuemente...).
Assim sendo, e como prometido, deixo-vos aqui um pequeno relato da minha prenda de natal (obrigado Sara).
Que vos posso dizer de budapeste?
Falam dela como sendo a "Paris da Europa Central"... bom, não diria tanto, nem sequer as compararia pois encontro mais diferenças que semelhanças, mas existem de facto alguns pontos comuns entre elas (a organização em bairros numerados, numa organização semelhante aos "arrondissements" parisienses, os edificios monumentais, as avenidas largas (em parte da cidade) e as ruazinhas estreitas e pitorescas (noutra parte da cidade) e tudo muito bem ligado por um rio lindissimo - neste caso o danubio, que reflecte duma forma harmoniosa e impar a beleza de duas cidades diferentes - buda e peste - numa única metrópole de características inigualáveis).
Fizemos de tudo nestes 5 dias em que lá estivemos... desde o turismo "a que eu apelido de japonês" (máquina fotográfica em punho a tirar fotos de tudo o que é monumento/edificio/jardim/tudo e nada, sem parar e ávidos da próxima fotografia), passando pelo turismo de relax (com idas às termas - que aliás recomendo vivamente!!!, passeios vagarosos pelas ruas do castelo, ou simplesmente sentarmo-nos num dos fantásticos cafézinhos da cidade a observar quem passa...) passando pelo turismo cultural (com idas às igrejas / basilicas / sinagogas / parlamento / etc... munidos de toda uma explicação dos porquês e dos quandos destes edificios, ou então bem acompanhados por guias locais que minunciosa e orgulhosamente nos orientaram e instruiram).
Budapeste dá pra isto tudo e muito mais... mas nem tudo é 100%. Achei o nível de vida muito mais caro que o esperado (pelos vistos a entrada na União Europeia fomentou a escalada dos preços) e vi muitos edificios / zonas abandonados à sua sorte à espera de obras de recuperação urgente.
Por último dizer-vos que o povo hungaro, não é propriamente muito acolhedor e sorridente para com o turista (pelo menos na 1ª aproximação), mas isso penso que se explica pelas "amizades traidoras" que durante a história este povo teve que suportar (desde os habsburgos, a passar pelos alemães a acabar nos "amigos" soviéticos...).
Gostei e recomendo!
PS: Aproveito desde já este "post" para enviar uma abraço de parabenizações ao meu padrinho. Que cumpras muitos! (e que eu esteja lá para os contar...;))
PS: Aproveito desde já este "post" para enviar uma abraço de parabenizações ao meu padrinho. Que cumpras muitos! (e que eu esteja lá para os contar...;))
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