
Imerso no turbilhão de trabalho do público "Instituto Nacional de Saúde", aproveitei para fumar um cigarro e vaguear displicentemente pelo calvonices, nascido do calor da lareira da sala do Tio Zé e da humidade fecunda do rum do afilhado Né. Tivessem todos os casais Portugueses acesso a uma lareira e uma garrafa de Rum (com cola..) e seriamos vinte milhões... de bloggers.
Inopinadamente reparei que, sobre a nossa diáspora familiar, a prima Joana referia que "alguns reinam no Porto". Reinam??!!!!.
Teria sido no sentido da juventude sec.XXI que enrola em papel de música o skate debaixo do braço e reina nas pendentes das avenidas e da vida? Seria no majestático, tipo Rui Rio que obriga os Portuenses a serem figurantes sempre no mesmo filme: a ponte sobre o Rio rui? Seja como for este "reinam" necessita de um esclarecimento...
Bom, o fim do cigarro representa o fim da ligação ao matrix,agrada-me a ideia desta terapia que, do consultório do natal para o de todos os dias do ano, vai permitir a preços módicos democratizar o divã a todos os calvões e associados.
Boa Né!
1 comment:
Ora aqui está bem (d)escrito o espirito da coisa.
Aguardamos mais pausas de cigarros, e mais escritas iluminadas!
Abraço
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